quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

O avanço dos tablets

Os tablets continuam avançando como instrumento de navegação na internet. De acordo com uma pesquisa recente realizada entre clientes da SocioMetria, iPads e derivados já comandam 8% dos acessos. Os celulares, por sua vez, respondem por 26% dos acessos. Com isso, aos computadores, outrora reis supremos no olimpo da internet, restou apenas 66% do tráfego. Mantidas as atuais tendências, os aparelhos móveis em breve estarão à frente.


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Dispositivo
Desktop66%
Celular26%
Tablet8%
Total100%
Fonte: SocioMetria





terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Principais métricas

As principais métricas que uma boa análise deve responder (segundo Brian Clifton, Advanced Web Metrics with Google Analytics, Sybex, 2012)

Básicas
  • Visitantes por dia
  • Taxa de conversão
  • Paginas mais visitadas
  • Tempo de visita
  • Quanto tempo leva para um visitante voltar
  • Numero de paginas visitadas por referência
  • Distribuição geográfica e língua
  • Taxa de rejeição
E-commerce
  • Receita gerada
  • De onde vem os clientes
  • Produtos que mais vendem
  • Valor dos produtos mais vendidos
Avançadas
  • Qual o valor de um visitante e como isso varia de acordo com a origem?
  • Qual o valor de uma página?
  • Como clientes usam o site comparado com novos visitantes?
  • Como visitantes e conversões variam por origem ou campanha?
  • O site engaja visitantes?
  • Ferramenta de busca do site ajuda ou dificulta conversões?
  • Quantas visitas e quanto tempo leva para um visitante se tornar um cliente?
por Brian Clifton, Advanced Web Metrics with Google Analytics. Sybex, 2012.

sábado, 29 de novembro de 2014

Publicis reestrutura operação digital

A Publicis Worldwide, braço do grupo francês Publicis, está unindo suas empresas da área digital no Brasil em uma nova companhia, que vai operar no mercado publicitário e desenvolver sites, aplicativos e jogos on-line.

AG2, Digitas e Razorfish passarão a operar debaixo de uma única marca, a AG2.Nurun. Também foi incluída no bloco a Dialog, agência especializada em ações como eventos, promoções e outros projetos que não sejam os tradicionais anúncios em jornais, revistas e na TV. "O nome do jogo é integração, ter a habilidade de entregar serviços, plataformas e aplicações que atendam a experiência do consumidor de ponta a ponta", disse ao Valor o francês Arthur Sadoun, CEO da Publicis Worldwide.

A unificação dos negócios no Brasil acontece uma semana depois de a companhia anunciar a criação da Nurun, uma rede global de agências que concentrará os negócios de publicidade digital do grupo. Ao todo, são 4 mil profissionais divididos em 14 países. Entre os clientes atendidos estão Coca-Cola, P&G, Renault e a fabricante de carros elétricos Tesla Motors. No Brasil, a lista conta com Natura, Bradesco e Azul Linhas Aéreas, entre outras. Aqui, serão 300 profissionais atuando na nova agência.

César Paz, cofundador da AG2, comprada pela Publicis em 2009, vai comanda a nova empresa no Brasil. Em sua avaliação, mesmo com o cenário de baixo crescimento para o mercado publicitário, há muita oportunidade de crescimento na área digital. Segundo a Associação Brasileira de Agências Digitais (Abradi), a receita do setor foi de R$ 2,7 bilhões em 2013. A expectativa é de um crescimento de 22% em 2014.

Sadoun diz que o Brasil é o primeiro país onde a nova operação digital da Publicis Worldwide entra em operação. "É um país muito importante para o meu coração e também para a minha carteira", brincou o executivo. O país é a terceira maior operação da Publicis Worldwide, atrás da França e dos Estados Unidos.

O plano de criar uma agência que reunisse os ativos digitais da Publicis começou a ser elaborado no início de 2013 e teve sua concretização adiada várias vezes, disse Sadoun. Assim como tem acontecido com a maioria das agências de publicidade tradicionais, o grupo Publicis tem avançado nessa área por meio de aquisições.

A estimativa é que nos últimos anos tenham sido investidos US$ 7 bilhões na compra de agências digitais. O maior negócio até agora foi anunciado há poucas semanas: a compra da americana Sapient por US$ 3,7 bilhões. Com esta, metade da receita da Publicis passa a ser originada no mundo digital. A meta é chegar a 75% do total até 2018. A área digital é a principal aposta de crescimento da companhia depois de a fusão com a Omnicom ter sido cancelada em maio.

Há um ano no comando da rede de agências, o francês é um dos mais cotados para assumir o comando de todo o grupo Publicis com a aposentadoria do presidente do conselho, Maurice Levy, prevista para 2017. Perguntado, Sadoun não comenta o assunto.

Na opinião de Paulo Giovanni, presidente do conselho da Publicis Worldwide no Brasil, o que vai diferenciar a atuação da nova companhia em relação a concorrentes como F.biz (da WPP) e Isobar (Dentsu) é a capacidade de atuar também com eventos e ações promocionais no mundo real. Essa área, também conhecida como "below the line" (BTL), vem ganhando força nos últimos anos.

Valor 26/11/2014 - por Gustavo Brigatto | De São Paulo